MARKETING PESSOAL

Valorize o aprimoramente profissional!
Se você é desses profissionais que gosta de se manter atualizado, ler coisas novas, aprender e conhecer as novas tendências do mercado, não perca tempo. Reserve um tempo e leia as matérias abaixo. Certamente elas lhe serão muito úteis.





































































Marketing Pessoal

"Você não tem uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão". Podemos dizer que o marketing pessoal tem com alicerce essa frase. Causar uma primeira boa impressão é o desejo de todos, ou da maioria. Vamos fazer um teste. Responda honestamente:

-Quem nunca colocou bombril na ponta de antena de televisão?
-Quem nunca cutucou o ouvido com tampa de caneta Bic?
-Quem nunca, depois que tirou uma lâmpada queimada, não deu uma balançadinha nela?
-Quem nunca esquentou ponta de caneta esferográfica com isqueiro?
-Quem nunca colocou 5 minutos a mais em talão de zona azul?

Tenho certeza que a maioria das pessoas responderam "Sim eu fiz isso" O que queremos mostrar com isso, de uma maneira simples, é que a maioria das pessoas é muito semelhante e, portanto tem desejos parecidos. As pessoas têm sonhos, desejos, gostam de ser reconhecidas e apreciadas e, portanto tem sempre preocupação em apresentar-se bem para atingir seus objetivos.

O marketing pessoal é a melhor ferramenta para que as portas do sucesso sejam abertas da maneira mais fácil. Mas o que é esse marketing pessoal que tanto se fala? Simples, é um conjunto de regras baseadas em Postura, Atitude e Comunicação, que seguidas à risca, levam quem as pratica seguidamente, a resultados gratificantes.

Diariamente estamos em busca de melhores resultados em nossas vidas profissional e pessoal, entretanto muitas vezes não atingimos esses resultados e acabamos frustrados e sem saber porque isso aconteceu. Acabamos culpando pessoas e procurando quem nos prejudicou, mas nunca, ou a maioria das vezes vamos acreditar que nós é que erramos ou que fomos os responsáveis por tal situação. É como a estória daquele homem que um dia disse: "Eu vou mudar o mundo"

Passado um tempo ele verificou que era muito difícil essa tarefa e corrigiu, "Eu vou mudar o meu País". Passado outro período ele também verificou como era árdua essa tentativa. Mudou novamente, "Vou mudar minha cidade". Passado outro período, nova mudança, "Vou mudar meu bairro". Depois "Vou mudar minha família", até que no leito de morte ele concluiu: "Antes de querer mudar qualquer coisa a mudança deveria tem começado por mim". Esta é a grande verdade da vida. Se nós quisermos que as pessoas mudem, nós é que devemos mudar primeiro. Nós recebemos o que damos, portanto se queremos receber amor, primeiro amemos, se queremos receber amizade, primeiro sejamos amigo, se queremos receber atenção, antes vamos dar atenção, se queremos ser reconhecido, primeiro teremos que reconhecer quem merece.

Para que isso seja praticado de maneira fácil, pensemos sempre que: "Qualquer pessoa, por mais humilde e ignorante que seja, é melhor que nós em alguma coisa".

Pensando assim vamos começar a ver as pessoas não pelo seu cargo, pelo seu poder, pela sua fortuna, pela sua importância, mas sim como um Ser Humano igual a nós e digno de respeito.

Fonte: www.globalmidia.com.br/summit



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Marketing pessoal no ambiente de trabalho

É muito comum que, com o passar do tempo, sentimos muito em casa em nosso ambiente de trabalho e esquecemos de pequenos detalhes que podem fazer uma grande diferença em nossa reputação. Precisamos estar atentos para não esquecer algumas regras básicas em nosso habitat profissional. Pequenos detalhes que precisam ser lembradas sempre, em nosso contato diário com os colegas, empresa, clientes, fornecedores e nós mesmos: Gírias, palavras carinhosas, apelidos, como atender o telefone, assuntos pessoais, fofocas, etc.

O policiamento deve ser constante, para que, independente das circunstâncias, sejamos sempre simpáticos, educados e agradáveis. Mas cuidado para não usar a mesma a melosidade com que se trata os entes queridos no lar, por exemplo: meu amor, amorzinho, querida, meu bem, benzinho, minha flor, gata, nomes no diminutivo, apelidos e nomes abreviados (Zé). Essas terminologias não pegam bem no ambiente de trabalho. Procure chamar as pessoas pelo nome e conforme o costume na sua empresa acrescente Sr., Sra. Dr. Dra. Dona, etc. Mais um detalhe, use abuse das expressões: por favor, por gentileza e obrigado. Vale lembrar a citação de Ronnie Jacobson: "A cortesia é o lubrificante da vida. No mundo dos negócios, saber como alcançar sucesso no nível pessoal é mais importante que qualquer conhecimento que se possa ter em outras áreas".

Telefone? Deve ser atendido com satisfação como se você estivesse aguardando aquele telefonema, pois isto gera uma energia boa que é percebida, do outro lado da linha, pelo entonação e musicalidade de sua voz. Se o telefone toca e você não pode atender naquele momento e também não possui o serviço de secretária eletrônica, não o deixe tocar minutos a fio passando a impressão de que a empresa está abandonada. Mas também, se está ocupado, atenda de forma breve porém educada, como: Por favor, me deixa o seu número que retornarei dentro de tantos minutos ( mas não esqueça de respeitar o tempo prometido. Se falou em meia hora, que realmente o seja. Mesmo que ainda não esteja livre, você mesmo ou um de seus assessores deve retornar esta ligação e informando um novo tempo de espera..). Parece complicado? Muito trabalho? Mas tenha certeza que faz a maior diferença tanto para você como pessoa, como profissional e para a imagem de sua empresa.

E a inacessibilidade? Você é uma pessoa difícil de ser contatada, pelos seus colegas, clientes e fornecedores? Cuidado, poderá ser também difícil sem lembrado para uma promoção. Além de que poderá estar contribuindo para que a sua empresa perca excelentes negócios. Se tem uma secretária ou um assessor que faz o filtro para você, é necessário mais atenção ainda. É preciso lembrá-los sempre como gostaria que este filtro fosse feito. Uma dica: tire pelo menos um dia por semana ou uma hora por dia, e libere seus assessores desta tarefa...depois conte para nós o que achou da experiência.

Fofocas? Dedo duro? Leia o artigo das "Três Peneiras" com bastante atenção, vale a pena. Ele se encontra aqui neste site, navegue mais um pouco que você vai encontrá-lo...já sei não está com tempo para procurar, então é só um "click" e pronto.

Fonte: www.brazilhost.com.br



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Como Vender Sua Competência

Um dos temas de maior ansiedade em termos de carreira é aquele item, meio abstrato, conhecido por empregabilidade.

Essa é uma questão inquietante porque nunca temos a absoluta certeza de que estamos fazendo o que realmente o mercado deseja. Afinal, quais são as demandas da empregabilidade?O que se entende como excelência profissional? Qual o perfil de um profissional de sucesso?

Além dessas dúvidas que, freqüentemente, atazanam nossa tranqüilidade, as respostas encontradas representam um desafio que parece superior às nossas forças. É uma mistura de superpoderes com charme e cultura. Enxergar essas verdades só aumenta a nossa ansiedade, pois nos sentimos incapazes de atender a tão elevadas exigências. Como liderar pessoas pela persuasão e, por outro lado, viver a pressão por resultados de curto prazo, ou dominar o planejamento, mas não exigir condições para sua realização; dando "um jeito" de fazer acontecer apesar das dificuldades. Enfim, é um mar de ambigüidades e contradições.

Na verdade, temos que compreender os desafios como alavancas de nosso progresso. Sem eles, não nos moveríamos tão rápido, nem para tão longe. Não existe um modelo perfeito em termos de mercado, até pela própria dinâmica que amplia a demanda conforme vamos avançando ou modifica os rumos de acordo com novas oportunidades. O fundamental é medir o pulso do mercado e fazer uma leitura do ritmo com que ele atua, ajustando-nos para não perder a batida.

Isso significa nos colocarmos à prova, avaliando a condição de nos mantermos no mercado e definindo um novo patamar de desempenho a cada período. É fugir da tal da obsolescência programada. É desistir do sucesso passado para se manter em sucesso permanente.

Uma das formas de verificarmos como está nossa empregabilidade é elaborarmos nosso currículo semestralmente e perceber o quanto modificamos no período (confira dicas para a elaboração de currículo). Se não houver nada de especial a relatar, estamos vivendo a obsolescência, porém sem a virtude de auto-superação. Perdemos valor de mercado, mantendo somente o que já fazíamos.

Uma experiência interessante é relatada por um executivo de uma multinacional inglesa que resolveu, usando um codinome, enviar seu currículo ao departamento pessoal da sua empresa. Para seu espanto, recebeu uma resposta dizendo que, apesar de determinadas qualificações, seu perfil não estava de acordo com o da organização. Ao invés de se apavorar ou tentar brigar por reconhecimento, o executivo procurou investigar que áreas de seu perfil não estavam afinadas com a empresa, e descobriu que de fato havia muita coisa que ele poderia aprender e atuar de modo diverso.

O mais interessante é que muito do que descobriu ele já sabia, ou até mesmo havia sido quem determinou aquela característica como importante na instituição. Entretanto, seguro no cargo, não tinha parado para pensar como fazer para se tornar o profissional cobiçado pela empresa.

Esse é um dos erros mais freqüentes cometidos por profissionais bem posicionados no mercado. Eles acreditam que, como o período de flerte e namoro já encerrou, seu casamento com a empresa será para a vida toda, ou que, no caso de um divórcio, eles continuarão sendo atraentes para outras empresas. O que se vê na prática é que o poder de atração e a competência têm que continuar sendo vendidos mês a mês, dia a dia. É assim que podemos construir casamentos profissionais duradouros. Outra questão para se refletir é se o relacionamento entre profissional e empresa é realmente bom para as duas partes. Às vezes, é mais lucrativo para todo o mundo a separação.

Dulce Magalhães é Doutora em Planejamento de Carreira pela Universidade de Columbia (EUA); Mestre em Comunicação Empresarial pela Universidade de Londres (Inglaterra); Pós Graduada em Marketing pela ESPM-SP; articulista da revista de " Amanhã" e autora do livro: Alternativas Estratégicas para o Varejo no Brasil.



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